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Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas sedia debate sobre plantas não convencionais

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1º Congresso BioPANCs Food Tech Day foi palco de troca de experiências, sabores e conexão entre especialistas, startups e curiosos pelo assunto

10/06/2019

Núcleo de Comunicação

No último sábado (8/6), o Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas, organizou, em parceria com a startup Biospoon, o 1º Congresso BioPancs Food Tech Day para debater cases de sucesso, benefícios nutricionais e até mesmo compartilhar modelos de negócio para empresas desse ramo.

O Brasil é o 5º maior mercado de produtos saudáveis do mundo, com um crescimento de mais de 100% no número de vegetarianos desde 2012: em 2018, 14% da população declarou não consumir nenhum tipo de proteína animal.

“A indústria de alimentos está no meio das transformações da Humanidade e precisa se adaptar às revoluções. Como somos responsáveis por cerca de metade da emissão dos gases de efeito estufa, nosso verdadeiro desafio para o futuro está diretamente relacionado a aspectos políticos e sociais, e depois às questões tecnológicas, que incluem inovar para reduzir o impacto ambiental” debateu Estebe Insausti, diretor da Escola Senai “Horário Augusto da Silveira”, na abertura do evento.

Ao longo do dia, startups apresentaram suas experiências no mercado, pesquisadores expuseram benefícios da alimentação à base de PANCs, as plantas alimentícias não convencionais, e até descobertas científicas sobre o universo. Das 30 mil espécies de plantas com potencial comestível, sendo ¼ dessas apenas no Brasil, apenas 126 são consideradas convencionais na dieta brasileira.

“Como uma startup, nós temos ideias e protótipos. Estabelecer parcerias com instituições como o SENAI são fundamentais para que o ecossistema de startups e empreendedorismo prospere e consiga ganhar escala”, reflete Paulo Berin, CEO da startup Biospoon, idealizadora do evento.

Durante o evento também foi possível experimentar diversos produtos à base de PANCs, como salgados utilizando jaca verde, compotas de flor de bananeira e snacks de camburi – esse último desenvolvido pelas alunas do curso técnico da Escola Senai “Horário Augusto da Silveira” com o Instituto AUÁ de Empreendedorismo Socioambiental.