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SENAI-SP recebe maratona de programação para mulheres contra a desigualdade

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Evento ocorreu simultaneamente em quatro países e reuniu ideias para diminuir a disparidade de gênero e raça no mercado da tecnologia

02/04/2019

No último sábado, 30/3, alunas da Laboratoria Brasil participaram do hackathon Hackeando a Desigualdade, uma maratona de programação para desenvolver ideias que diminuem as disparidades de oportunidades em função de gênero e/ou raça no mercado de desenvolvimento, programação e tecnologia.

O evento durou pouco mais de 12 horas e contou com mais de 60 alunas, reunidas em trios batizados de squads, desenvolvendo ideias para facilitar a inserção e/ou o desenvolvimento da mulher na tecnologia. Seis juradas avaliaram as propostas ao fim de 10 horas e elegeram 5 squads para apresentarem seus projetos em formato de pitch – conversas rápidas, de no máximo cinco minutos, em que as ideias são apresentadas de forma objetiva para convencer os jurados a “comprá-las”.

“Esse evento é parte das comemorações do marco de mil alunas na Laboratoria, mas também para fazer com que as meninas desenvolvam ideias e se conectem como uma rede, além de aplicarem o conhecimento do curso”, detalha Samanta Cunha, coordenadora da rede Almunae da Laboratória Brasil.

O hackathon também aconteceu no México, Peru e Chile – países onde a Laboratória atua além do Brasil – e os resultados de cada país era compartilhado com os demais. O squad vencedor do desafio ganhou uma viagem para o Peru, sede da Laboratoria.

“Todos os projetos foram muito interessantes. Era visível o engajamento e a criatividade das alunas no desenvolvimento das ideias. Foi bem difícil escolher, e acho que todos têm muito potencial para transformar a sociedade”, comentou Luma Marigo, desenvolvedora da Escola SENAI de Informática e jurada dos projetos.